sexta-feira, 1 de agosto de 2014

JANTAR DAS EMILHAS- MULHERES DA ILHA DO MEL


Jantar dançante da Associação das Mulheres da Ilha do Mel-EMILHAS
dia 28

de Agosto na Ilha do Mel Terminal de embarque de brasilia ,convite a R$ 20,00 por pessoa cardápio um delicioso Barreado feito ,pelo especialista que entende da arte de cozinhar o famoso Waldomiro Gonçalves mais conhecido como Peri ...
para mais informações : 41-3426.8023 suzi — em Ilha do Mel

sábado, 12 de julho de 2014

Quintal de casa Ilha do Mel

Minha Querida Ilha do Mel Só eu sei o quanto é satisfatório não precisar sentir saudades de algo que despertaria inevitável nostalgia em alguém que como eu, tivesse tido contado durante toda a infância com o esplendor da natureza. Só o fato de poder sentir o cheiro agradável de mato impregnar-se nas narinas, sentir o rosto ser bombardeado pelas gotículas de chuva, esquecido pelo vento nas volumosas folhas que, se usarmos a imaginação, podemos até vê-las sorrir em agradecimento às nuvens, pelo anho refrescante, após a tortura escaldante do impiedoso sol. Como é bom ter como refúgio um lugar em que só a paz impera. Paz, proporcionada pelo som dos pássaros, primogênitos da mãe natureza, seres que sem tomar conhecimento de sua própria magnitude, cantam e encantam a qualquer um que tenha o privilégio da plena sabedoria, que é evidenciada pelo poder de escutá-los. Mesmo em meio ao devastador progresso que, com a ajuda do implacável “cimento armado” degrada as belezas naturais em prol do crescimento, a natureza encontra caminhos e mantém-se forte e encontra caminhos e mantém-se forte e resistente contra tamanhos desafios. Sua luta pela sobrevivência precisa se tornar a nossa luta, a fim de que também não padeçamos por falta dos benefícios por ela proporcionados. Me considero um ser humano feliz, pois me satisfaço ao valorizar os esplendores da natureza, por muitos considerados comuns demais para serem valorizados.

PASSEIOS NA ILHA DO MEL



Existem várias opções de passeios na ilha. Trilhas, praias, costões, matas, mangues, morros e outras ilhas são todas alternativas imperdíveis. Convêm lembrar que qualquer tipo de veículo motorizado é proibido na Ilha portanto escolha a opção de acordo com sua condição física e disposição.
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Ilha das Palmas
Você vai conhecer um verdadeiro paraíso natural. Visitamos a Ilha das Palmas, localizado em frente ao Farol das Conchas na Ilha do Mel, com uma galera para passar o dia. E que dia... .

A Pé Se você estiver na área da Brasília e Farol aproveite para visitar o Farol das Conchas e a Fortaleza. Em cerca de 1 hora de caminhada pela praia você conhece a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres que começou a ser construído por volta de 1767. No alto do morro, atrás do forte, existe um mirante com uma vista maravilhosa.
Ainda na Brasília/Farol você deve visitar a praia do Belo. Por uma trilha no meio da mata, passando por manguezais e muitas orquídeas e bromélias, chega-se a esta belíssima praia ideal pra se apreciar o por do sol. Continuando pela mesma trilha, por cerca de 3kms, chega-se a Praia Grande. Pode-se dar uma esticada até a Praia do Miguel e se ainda estiver disposto até a Praia das Encantadas no mar de fora. Aproveite para conhecer a famosa gruta e a pitoresca Praia das Encantadas no mar de dentro.
Caso você esteja nas Encantadas, faça o caminho para o norte seguindo pelo caminho que passa pela gruta. Prossiga pela Praia do Miguel, Praia Grande, Praia de Fora até o Farol da Conchas. Se estiver bem disposto dê uma esticada até a Fortaleza para conhecer um pouco da história do Brasil.
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De Bicicleta
Todos os opções podem ser feitas de bicicleta exceto o trecho entre a Praia do Miguel até as Encantadas e vice-versa. Sempre é bom lembrar que as marés aqui na Ilha são acentuadas portanto informe-se antes de sair pois as praias tendem a diminuir de tamanho na maré cheia. Lembramos que o piso das trilhas nas matas é de areia fofa. Tem que estar em forma!
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De Barco
São diversas as opções de passeios de barco. A baía de Paranaguá e enorme, belíssima e cheia de lugares para se descobrir. A ilha fica na entrada desta baía o que facilita o acesso para outras ilhas, cidades e locais de interesse. Ilha das Palmas, Superaguí, Ilha das Peças, Paranaguá, Guraqueçaba, Antonina, Salto Morato, Ilha Sambaqui, Baia dos Pinheiros e até Maruja na Ilha do Cardoso já em São Paulo são algumas das opções mais próximas.
Ainda na Ilha do Mel, existe o serviço de taxi-naútico que interliga as principais localidades e atrações turísticas. Para maiores informações ligue(041) 3426 80 73 ou 91486578 Gabriel

terça-feira, 18 de maio de 2010

SOBRE MIM

Para mim, tudo é dez, tudo está ótimo, Quero sempre saber o porquê da pessoa estar como está, mas sem invadir a privacidade de ninguém. O que pode me atrapalhar é a minha ingenuidade.tambem não suporto cantadas de baixo nivel.e amo a vida. " Ha pessoas que fazem do sol uma simples mancha amarela, mas ha aquelas que fazem de uma simples mancha amarela o proprio sol".










sexta-feira, 4 de julho de 2008

poesia


Minha Querida Ilha do Mel
Só eu sei o quanto é satisfatório não precisar sentir saudades de algo que despertaria inevitável nostalgia em alguém que como eu, tivesse tido contado durante toda a infância com o esplendor da natureza. Só o fato de poder sentir o cheiro agradável de mato impregnar-se nas narinas, sentir o rosto ser bombardeado pelas gotículas de chuva, esquecido pelo vento nas volumosas folhas que, se usarmos a imaginação, podemos até vê-las sorrir em agradecimento às nuvens, pelo anho refrescante, após a tortura escaldante do impiedoso sol. Como é bom ter como refúgio um lugar em que só a paz impera. Paz, proporcionada pelo som dos pássaros, primogênitos da mãe natureza, seres que sem tomar conhecimento de sua própria magnitude, cantam e encantam a qualquer um que tenha o privilégio da plena sabedoria, que é evidenciada pelo poder de escutá-los. Mesmo em meio ao devastador progresso que, com a ajuda do implacável “cimento armado” degrada as belezas naturais em prol do crescimento, a natureza encontra caminhos e mantém-se forte e encontra caminhos e mantém-se forte e resistente contra tamanhos desafios. Sua luta pela sobrevivência precisa se tornar a nossa luta, a fim de que também não padeçamos por falta dos benefícios por ela proporcionados. Me considero um ser humano feliz, pois me satisfaço ao valorizar os esplendores da natureza, por muitos considerados comuns demais para serem valorizados.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

A Lenda da Ilha do Mel

A Lenda da Ilha do Mel A índia Jurema e o índio Cauã ... Se conheceram numa linda manhã ... E se apaixonaram docemente ... Ao lado do mar fremente ! Mas , suas famílias eram de tribos inimigas , Que sempre travavam mil brigas ! Então , eles casaram escondido ... No secreto e místico abrigo ... Da bruxa Maribel , Que não era cruel ! Mas , os pais destes índios cheios de sentimento ... Ficaram sabendo deste acontecimento ... E proibiram os dois de terem uma lua de mel ... Que coisa triste e cruel ! O pai da própria Jurema ... Causou um problema : Ele rogou uma praga para esta índia com cheiro de baunilha ... Ele falou que todas as filhas ... Geradas por este casal ... Iriam sofrer de um mal : Elas iriam virar sangüinárias sereias ... Com traiçoeiras almas de feiticeiras ! Mas , o poderoso e piedoso Tupã ... Fez uma surpresa para Jurema e Cauã ! Ele falou que eles não teriam uma Lua de mel , Mas , que ganhariam uma Ilha do Mel ... Localizada no litoral do Paraná ... Calmo como uma flor de maracujá ! Porém , eles não se livraram daquela maldição , Sem nenhuma emoção e sem nenhum coração ! Todas as suas filhas viraram sereias ... Feiticeiras e traiçoeiras , Mas , com uma beleza de maravilha ! Assim , elas se esconderam no sul da ilha ... Na Gruta das Encantadas ... Até hoje , elas cantam pelas madrugadas ... E seduzem os marinheiros ... Com os seus espíritos faceiros . Luciana do Rocio Mallon .

segunda-feira, 30 de junho de 2008

UM POUCO DA CULTURA DA ILHA DO MEL


Quando o olheiro, posicionado no alto do morro do Farol ou do morro do Miguel ou torre de madeira, grita: "ói a tainha!", todos os pescadores, que passam as horas à espera, na beira da praia - consertando redes, conversando, jogando dominó - correm com seus barcos e redes para dentro d´água. A tradicional jornada acontece todos os invernos e dura algumas semanas.




O vento sul soprou a noite inteira na Ilha do Mel. O dia amanheceu gelado, com o mar agitado, mas não o suficiente para atrapalhar o avanço das pequenas canoas contra a arrebentação. Entre maio e julho, este é o cenário que todo pescador anseia. As condições climáticas se mostram perfeitas para ir de encontro aos grandes cardumes de tainha, peixe que há pelo menos um século sustenta a pesca artesanal do litoral sul e movimenta a economia. Em busca de águas mais quentes, as tainhas migram do extremo sul do continente para a costa do Paraná e de Santa Catarina. Trata-se de um processo migratório sazonal que é avistado com maior facilidade nas praias de Encantadas,Miguel e farol,as Tainhas ficam mais acessíveis aos pescadores.


O processo de migração coincide ainda com o período de gestação dos peixes. Muitas das fêmeas pescadas costumam estar “ovadas”, como dizem os pescadores. A ova da tainha é uma iguaria bastante apreciada e sempre vem em pouca quantidade, já que o peixe não passa de um quilo. A pesca da tainha na Ilha do Mel obedece a um ritual. De manhãzinha, os pescadores se agrupam no canto do Farol ou Miguel para um café o chamado “café cabeludo” , no qual a água quente se mistura ao pó de café sem filtração. Isso porque, antes de embarcar, faz-se necessário um longo processo de observação dos cardumes. As ondas não devem passar de um metro, senão fica difícil transpor a arrebentação. Já no mar, as canoas fazem o cerco aos peixes e os arrastam até a beira da praia – procedimento conhecido por pesca de arrasto, ou “arrastão”. A chegada, na maioria das vezes, acaba sendo saudada com festa por quem acompanha, de longe, a atividade. Num único lance, as redes de pesca podem capturar cinco toneladas de peixes. “Até pouco tempo atrás, essa era uma atividade tipicamente comunitária, e tudo era dividido em quantidades iguais entre as pessoas que participavam do arrastão – sempre ficando um pouquinho a mais, claro, para o dono da rede e do barco”, assinala Paulo Juvencio Ribeiro, que chama atenção para a mudança nos hábitos de distribuição. Atualmente, com o crescimento das comunidades pesqueiras e de esquemas empresariais de distribuição, muitos dos que puxam a rede não levam nada. “Vai tudo para a cidade de Paranaguá onde é vendido para a peixaria”.